Jomard, quando tinha 15 anos, foi convidado para escrever suas impressões cinematográficas em vários periódicos, como a Folha da Manhã (PE), Diário de Pernambuco (PE), Correio do Povo (PE), Revista Internacional Del Cinema (ESP), Correio da Paraíba (PB), Revista de Cinema (MG), Revista Mapa (BA) e Jornal do Brasil (RJ) e manteve estreita ligação com o circuito audiovisual que era exibido nos cinemas e cine clubes ao longo dos anos 50.
Vamos conhecer algumas crônicas que ele publicou nessa fase inicial da sua vida intelectual.
PARTE I:
Luz e Som FILMES – 1953: Diário de Pernambuco.
“3 FUGITIVOS” foi, sem dúvida, no Recife, um ano de grande brilhantismo para o cinema inglês. O recifense apreciador do bom cinema teve o ensejo de entrar em contacto com as aplaudidas realizações britânicas. “O Preço de uma Vida”, “O Ídolo Caído”, “Nunca Te Amei”, “Mulher Falada”, Um caso de Honra”, “Oliver Twist”, “Ultimatum”, Damas de Espadas e tantos outros, constituíram uma amostra do que há de melhor em matéria de cinema na Inglaterra.
A sobriedade, equilíbrio e precisão das suas realizações colocaram os cineastas ingleses entre os maiores do mundo. O nome de um David Lean, Carol Reed ou Anthony Asquith, é sempre pronunciado com respeito e admiração.
A seleção de filmes que a Inglaterra nos enviou este ano, é inferior não somente em quantidade como também em qualidade a do ano passado. É verdade que tivemos as exibições de “O Mistério da Torre” e “As Oito Vítimas”, duas sátiras interessantíssimas, onde estão revelados, de maneira hábil e inteligente, a ironia, o humor e a “finesse” do povo inglês.
O documentarista Charles Freud, também, nos apresentou um filme de valor indiscutível, com “Mar Cruel” (“The Cruel Sea”).
Os “3 Fugitivos”, que o Boa Vista recentemente exibiu, é outra película inglesa realiadaz (sic) no estilo documentarista, cuja ação se desenrola na Alemanha, Suécia e Dinamarca. O filme narra a fuga sensacional de três oficiais britânicos do famoso “Stalag Luft III”, situado na Alemanha, sendo valorizda pela correta direção de Jack Lee.
Jack Lee possui uma especial tendência para o semi-documentário, tendo dirigido, em 1943, “Close Quarters”, filme citado nas abalisadas antologias cinematográficas e que não pode ser ignorado por um verdadeira (sic) estudioso de cinema. Não é apenas um documentarista de mérito, como este filme nos vem provar, mas um bom orientador de atores, um cineasta cônscio de seu “métier”.
É lamentável, no entanto, que não tenha sabido extrair da narrativa momentos de “suspense”. O seu trabalho direcional prima pela frieza, aliás, uma das características do temperamento inglês.
Na parte interpretativa, não encontramos deslizes nem pontos altos. Todos, em geral, conservam-se num plano discreto. Leo Genn, Anthonny Stell, David Tomlinson, David Greene e os demais convencem nos seus papéis.
A fotografia sombria, muito bem cuidada, com um perfeito enquadramento das imagens, é outro aspecto digno de menção.
Nesta insipida semana cinematográfica, dominado por mediocridades injustificáveis como “Escuna do Diabo” e “Pantera Negra”, “Os 3 Fugitivos” é um filme apreciável e que se destaca entre os demais, apesar da lentidão de algumas das suas sequências. – JOMARD MUNIZ DE BRITTO.
PALESTRAS – Sob o patrocínio da Juventude Estudantil Católica e com a colaboração do Centro de Orientação Cinematográfica, realizar se-á, amanhã, um tríduo de estudos sobre arte, tcénica (sic) e apostolado cinematográficos, na Escola Normal Nossa Senhora da Graça, na cidade de Vitória de Santo Antão. Afim de tomar parte na sesões (sic) de estudo rumarão para aquela cidade o sr. Lauro Oliveira e a sra. Marilda Vasconcelos Oliveira.
QUINTA-FEIRA, 21 DE JANEIRO DE 1954
Mundo de Luz e SOM FILMES: Diário de Pernambuco.
“A MORTE DO CAIXEIRO VIAJANTE” – Atualmente, nome de Stanley Kramer, um dos mais conceituados produtores americanos, já se pronuncia, no cenário cinematográfico mundial, com certo respeito e admiração. Kramer, conforme declarou numa entrevista, encara o cinema não apenas como indústria, mas também como uma forma de arte.
Achamos que o produtor independente, para marcar a sua personalidade, tem que desdobrar-se além da simples tarefa industrial; não pode seguir a bitola dos grandes porque os seus recursos financeiros são inferiores. Ele tem de se impor pela qualidade artística de suas realizações. Pensando desta maneira, Kramer produziu, em pouco mais de seis anos de atividade, filmes de inegáveis méritos: “O Invencível” (1948) e “Clamor Humano” (1948-49), de Mark Robson: “Espíritos Indômitos” (1949-50), de Fred Zinnemamn: “Cyrano de Bergerac” (1950), dirigido por Michael Gordon e com uma excelente interpretação de José Ferrer; “Matar ou morrer” (1951-52), a melhor realização de Fred Zinnemann, com perfeita unidade de tempo e de ação. Infelizmente, não conhecemos seus últimos filmes que vêm recebendo elogios da crítica carioca: “Meus seis criminosos” (1951-52), dirigido pelo argentino Hudo Fregonese e “O amor, sempre o amor” (1952) de Richar Fleischer.
“A morte do caixeiro viajante”, produzido por Kramer em 1951, apesar de ser o melhor lançamento da semana, não podemos negar as suas relações com o teatro. Salientamos, logo de início, que se trata de teatro filmado com muita inteligência e habilidade. O filme se baseou na peça homônima de Artur Miller e Kramer “fez questão que a história fosse trazida a tela com todos os valores que fizeram dela uma obra prima”.
Tem boa unidade cinematográfica. É uma realização sóbria, vigorosa e de grande intensidade dramática. Outro aspecto que igualmente destacamos é o valor humano e social, tão importante quanto a sua excelente plástica. Ótimo trabalho fotográfico de Frank Planer. A música tem sentido funcional e trás a assinatura do famoso Alex Nonth, responsável pela pontuação musical de filmes como “Viva Zapata” e “Uma rua chamada pecado”. A interpretação de March, extraordinária, impecável. – JOMARD MUNIZ DE BRITTO
SEXTA-FEIRA, 29 DE JANEIRO DE 1954
Mundo de Luz e Som FILMES: Diário de Pernambuco.
“ASSIM ESTAVA ESCRITO” – Pode não ser tão valioso quanto o excelente “Crepúsculo dos Deuses”, do cineasta Billy Wilder, que deu oportunidade À Glória Swanson de retornar à tela com grande brilhantismo. Entretanto, o filme mereceu os cinco “Oscars que lhe foram conferidos pela “Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood”. O argumento, de Charles Schenee, baseado numa novela de Robert Bradshaw, recebeu um bom tratamento cinematográfico, sendo prejudicado por um “happy-end” banal, tipicamente americano. Muito bem concatenada, dirigida e interpretada esta realização de Vincent Minelli, produzida por John Houseman, vale, sobretudo, como uma pintura do ambiente cinematográfico hollywoodiano.
Kirk Douglas que é, atualmente, um dos melhores atores americanos, repete o êxito alcançado em “A montanha nos 7 abutres” e “Chaga de Fogo”, com uma ótima interpretação. Lana Turner e Walter Pidgeon com corretos desempenhos. Mas nossas atenções estão voltadas, especialmente, para Glória Grahame que rouba todas as cenas onde aparece. A música, ilustrativa, não tem caráter funcional. O trabalho fotográfico de Robert Surtess, com inteligentes ângulos e belos efeitos de iluminação, é o ponto alto desta realização, que merece ser vista.
“O RIO DA AVENTURA” – Outro filme que, certamente, agradará o grande público e, também, aos entendidos de cinema. A história original de B. Guthrie Jr, considerada um “best seller”, obteve um bom desenvolvimento do cenarista Dudley Nichols que durante muito tempo preparou argumentos para os filmes de John Ford.
O primeiro filme produzido pela Winchester, “O Rio da Aventura”, permitiu ao cineasta Howard Hawks demonstrar, mais uma vez, sua versatilidade. Howard Hawks, um nome citado nas mais abalizadas antologias cinematográficas, possue (sic) uma invejável filmografia onde destacamos realizações da envergadura de “Scarface”, comentado filme de gangster, apontado como um clássico no gênero e “Rio Vermelho”.
O realizador de “O inventor de mocidade” dirige seus intérpretes com grande habilidade e maestria. Um perfeito trabalho de montagem deu ao filme um ritmo cinematográfico apreciável, com um clímax muito bem construído. Kirk Douglas domina inteiramente o seu papel. A fotografia de Russel Harla correta. A partitura musical de Dimitri Tionkim, funcional, isto é, ajudando as imagens com perfeição. – JOMARD MUNIZ DE BRITTO.
TERÇA-FEIRA, 2 DE FEVEREIRO DE 1954
Mundo de Luz e Som FILMES: Diário de Pernambuco.
MANINA – Os bons filmes franceses: – “O direito de matar”, “Somos todos assassinos”, “Rebento Selvagem”, “Conflitos de Amor” e outros, aclamados pela crítica mundial, continuam ausentes de nossas telas. Enquanto isso, observamos a preferência dos cineastas Maurice Cloche e do medíocre Will Rozier pelos recantos tranquilos e poéticos da Córsega para ambiente dos seus últimos filmes aqui apresentados. O primeiro, com “Domenica, a flor do pecado”, tentou frustradamente realizar um poema sobre o amor na adolescência. Will Rozier dirigindo, inexpressivamente, “Manina, a moça sem véu”, um filme de forma primária, mal cenarizado e interpretado, cujo único pretexto é apresentar a bela Brigite Bardot com “bikinis” reduzidíssimos. O argumento banal e os diálogos inconsistentes e de um pieguismo desarrazoado.
Na sequência do afogamento de Gérard, o diretor tenta de Michel Rocca captou como manter a plateia em “suspense” e não consegue, tal é a sua incapacidade. Temos a destacar, algumas tomadas submarinas que a “Câmera” certa habilidade. O sublinhamento musical inteiramente deslocado. O ritmo lento, abusa o expectador mais consciencioso. A censura de “Impróprio até 18 anos” e a publicidade muito bem feita, arrastaram ao Coliseu numerosa assistência que superlotou todas as suas dependências.
OS MELHORES – O crítico Ely Azeredo, da “Tribuna da Imprensa”, escolheu os dez melhores filmes exibidos em 1953, no Rio de Janeiro. Ei-los, da maneira como foram classificados:
- “Luzes da Ribalta”, de Charles Chaplni (sic); (2) “Rashomon”, direção e co-cenarização de Akira Kurosawa; (3) “Perdição por Amor”, produção e direção de William Wyler; (4) “Depois do vendaval”, produção e direção de John Ford; (5) “Rio Sagrado”, de Jean Renoir; (6) Espíritos Indômitos, dirigidos por Fred Zinnemann; (7) “O mistério da torre, direção de Charles Crichton; (8) “Assim estava escrito”, dirigido por Vicent Minelli; (9) “Moulin Rouge” de John Huston; (10) “Meus seis criminosos”, dirigido por Hugo Fregonese. – JOMARD MUNIZ DE BRITTO.
DOMINGO, 7 DE FEVEREIRO DE 1954
Mundo de Luz e Som FILMES: Diário de Pernambuco.
“CRIMES DA ALMA” – Película de incontestável beleza plástica e artística que projetou o nome de Michelangelo Antonioni entre os mais promissores da cinematografia italiana. Não possuindo o vigor nem a intensidade dramática das relações da envergadura de “Ladrões de Bicicleta”, de Vittorio de Sica, e “O Cristo proibido”, de Curzio Malanarte, o filme vem revelar na pessoa do seu realizador um cineasta de grande talento e sensibilidade.
O argumento original, do próprio Antonioni, tem uma atmosfera passional que lembra certos filmes americanos. Entretanto, a simplicidade do seu estilo, a renúncia aos artifícios do movimento exterior, a mensagem humana que Antonioni expressa através de suas sequências, são características da verdadeira escola neo-realista italiana.
Dirige seus intérpretes com absoluta perfeição e, ao mesmo tempo, faz um primoroso estudo sobre a psicologia de Paola, que Lucia Bosé desempenha com rara sinceridade. O equilíbrio e a harmonia do conjunto são admiráveis. A música funcional de Giovani Fusco, melancólica e triste, refletindo o drama íntimo da inesquecível Paola.
No correto trabalho fotográfico, assinado por Enzio Serafim, temos a destacar alguns inteligentes efeitos de iluminação.
Um verdadeiro poema dramático em belíssimas imagens, “Crimes d’Alma” pode ser apontado como um dos melhores filmes italianos apresentados nestes últimos anos, no Recife.
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“MANINA” – Medíocre filme francês de Will Rozier, graças ao cartaz do “Impróprio até os 18 anos” e a eficiente publicidade, bateu recordes de bilheteria.
Numerosa assistência super lotou todas as dependências do Coliseu. Filas e empurrões! Mais uma prova de que nosso público só gosta do que não é bom.
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“VOCÊ JÁ FOI A HAVANA?” – Inqualificável película argentina irá competir com “Quo vadis?” o título de “o pior filme do ano”. Parada duríssima para os críticos.
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“A FAVORITA DO BARBA AZUL” – Deliciosa sátira francesa, dirigida por Christian Jaque, o realizador de “Essas mulheres” e “Valente a muque”. Prometemos comentá-lo em outra ocasião. – JOMARD MUNIZ DE BRITTO.
DOMINGO, 14 DE FEVEREIRO DE 1954
Mundo de Luz e Som FILMES: Diário de Pernambuco.
“BRINQUEDO PROIBIDO” – Apresentada no Festival de Veneza, em 1952, esta excepcional película francesa foi contemplada com o “Leão de São Marcos”, “por ter sabido dar uma grande pureza lírica e extraordinária força expressiva a inocência infantil na tragédia e na desolação da guerra”, segundo qualificou o Jurado.
O crítico Ely Azeredo, da Tribuna da Imprensa, referindo-se ao filme, assim se expressou: “Clement não é um moralista como Leonilde Moguy (“Amanhã será tarde demais”, “Amanhã é outro dia”), nem faz polêmicas direta (sic), empregando situações óbvias, como Cayatte-Spaak em “O direito de matar”. Trabalhando um tema trágico e chocante, este artista autêntico, não foge a imagens trágicas e chocantes. Por não ser “construtivo” e “otimista”, o filme parece não estar recebendo boa acolhida dos homens do “realismo socialista”. É natural: a “escola” da demagogia sistemática não pode compreender a função da obra de arte como “elemento de choque”.
As cenas não terminam no corte, no “escurecimento” – na pontuação enfim; nem o filme termina com a projeção. Há uma cadeia de sugestões, uma tessitura mágica, interior, que se superpõe a pontuação e não morre com o último rolo de fita.
“UM GRITO NO PÂNTANO” – Um argumento banal, repleto de lugares comuns e pejado de chavões, não permitiu que Jean Negulesco demonstrasse, mais um vez, o seu talento.
O correto diretor de “A máscara de Dimitrios”, “Três desconhecidos”, “Belinda” e “Telefonema de um estranho”, está irreconhecível.
Jacarés e cobras auxiliam o diretor que se limita, exclusivamente, a provocar inúmeros sustos nos espectadores desprevenidos. Os diálogos são piegas, inconsistentes. Inoportuna, a música de Franz Waxman. Quando o “mocinho” consegue prender o “bandido” e salvar a “mocinha”, o filme termina, para alívio nosso e de muita gente.
Os atores não convencem. Basta dizer que o melhor do elenco é o cachorro “Descuidado”. E vamos parar por aqui… – JOMARD MUNIZ DE BRITTO.
TERÇA-FEIRA, 16 DE FEVEREIRO DE 1954
Mundo de Luz e Som FILMES: Diário de Pernambuco.
BRINQUEDO PROIBIDO – Aqueles que conhecem o romance de François Boyer, cujo argumento foi aproveitado nesta excepcional realização de René Clément, afirmam que o seu único mérito é a originalidade do enredo. A adaptação cinematográfica foi confiada a dupla Jean Arenche e Pierre Bost, responsável pela cenarização de “Adultera”, de Claude-Autant Lara, “A sinfonia pastoril” e “Deus necessita dos homens”, de Jean Delanoy – três jóias da cinematografia francesa.
René Clement (sic), o seu diretor, confirma o talento revelado nas suas relações anteriores: “A batalha dos trilhos”, “Os malditos” e “Três dias de amor”. Com este filme, que é uma produção franco-italiana, Clément conquistou o prêmio de direção no Festival de Cannes, em 1949.
Realizando “Brinquedo proibido”, Clement fez transparecer uma sensibilidade e espírito de observação extraordinários.
Abordando um tema complexo, cuja ação, conforme declarou certo crítico espanhol, conduz ao niilismo e que ronda o sacrilégio, mais que pelas crianças, pelos grandes, que olvidam o sentido moral e o respeito que a morte e os cemitérios merecem, este cineasta francês executa uma tarefa dificílima de maneira convincente e empolgante, passando a ocupar um lugar definitivo nas antologias cinematográficas.
São de uma grande pureza lírica as cenas desenroladas no “cemitério dos animais e insetos”, onde as duas crianças faziam o seu “brinquedo proibido”.
A sequência inicial do bombardeio da cidade é de um realismo brutal chocante.
O corte muito bem empregado e uma primorosa montagem fizeram dessa sequência uma das melhores apresentadas pelo cinema.
O filme nos obriga a profundas meditações. Existe nesta obra um “sentido de partitura”. “As cenas não terminam no corte nem o filme com o último rolo de fita”.
A película é notável como um estudo sobre a alma infantil, a sua maneira de pensar e de agir em companhia de adultos mal formados, desorientados e materializados. Muitos outros aspectos merecem considerações, como a fotografia e o sublinhamento musical que comentaremos em outra ocasião. Os desempenhos das crianças Brigitte Fossey e George Poujouly são magníficos. Desde que assisti “Brinquedo proibido” não consegui esquecer a figura angelical de Paulette carregando nos seus braços o cachorrinho Jack. – JOMARD MUNIZ DE BRITTO.
CLUBES – O Cine Clube Vigilant Cura do Recife exibirá no próximo sábado o filme francês “O casamento de Chiffon”, de Claude-Autant Lara, o realizador de “Aultera”. A sessão terá início às 19 horas.
Próximas exibições deste clube de cinema: (6) “No tempo das diligências”, um filme “clássico” de John Ford: (13) “A confissão de Telma”, dirigido pelo famoso Robert Siodmak; (20) “Exito fugaz”. Um dos mais aplaudidos filmes de Michael Curtiz; (27) “Jezebel”, excepcional filme de William Wiler.
O Cine Clube Vigilant Cura funciona a rua Riachuelo, 105.
Este Cine Clube chama a atenção de todos os interessados e estudiosos da arte cinematográfica para o seu “Círculo de Estudos Cinematográficos”, que se reúne todas as segundas-feiras às 20 horas no Círculo Católico.
A entrada é franca.
